domingo, 26 de novembro de 2006

Desespero


Há dias em que o mundo parece que está a acabar, tudo parece um fim e a nossa vida um caos.
O desespero de viver esta vida desgasta-me, mata-te um pouco todos os dias. O dia que começa e que parece nunca mais acabar.
O futuro que tento perceber mas não há meio de o encontrar.
O querer saber o que fazer mas não encontar solução.
Passa o tempo e eu não me mexo pois o medo e o desespero é tão grande que não me deixa agir.
A faca que me atinge quando dor do pensamento e da vida me envolve.
Por favor desaparece da minha vida, deixa-me continuar a travar as minhas lutas, os meus desejos e a minha pena...

sábado, 4 de novembro de 2006

Infinito!



Orndes estás alma despedaçada?
Deixa-me levar-te para a cura
Pois eu sei onde encontrá-la!

Chega-te perto de mim,
Não temas, pois o que te direi
apenas a ti, nao deixo fugir.

Deixa-me levar-te comigo,
Porque também eu estou como tu,
Para um sítio onde não tens que fingir.

Levo-te, minha cara amiga,
Para nunca mais voltarmos.

Levo-te...
E perderemo-nos no Infinito!


sábado, 21 de outubro de 2006

Um novo horizonte


Espero, calma e paciente, por um novo olhar do mundo.
Espero um novo horizonte que deixe a minha alma vaguear em paz e sem se sentir intimidada com tudo o resto. Sem os julgamentos prévios das pessoas que criticam sem conheceram. Das injustiças que acontecem a toda a hora e em todo o lado. Qer novas memórias que encham a vida de alegria e sorrisos. Quer amar... Se é que ainda é possível encontrar o amor.
A minha alma anseia por um longo momento de meditação e de paz.
Anseia por um novo horizonte...

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

Profundo sentimento...


O céu cai de uma maneira tão doce que dá pena não poder viver eternamente. As coisas boas da vida devem ser saboreadas com paixão e garra, não se desperdiçar o mundo enquanto por cá estamos. Porque é que a vida é finita? Mas seria bom viver eternamente? Caio numa melancolia pois não sei o que seria melhor. Enfrentar a morte não é uma coisa que eu consiga combater. Caio num poço sem fundo quando começo com divagações que me levam a um estado melancólico profundo. Escrevo, escrevo e escrevo, pode não ter sentido mas escrevo, não deixo o crãnio rachar de palavras. Caio na irrealidade, pois por vezes já não sei que caminho seguir ou o que me rodeia é verdadeiro.

segunda-feira, 16 de outubro de 2006

As Brumas da mente


Por vezes o Ser encontra-se num tal estado de espírito que não sbe o que é real ou não. Vagueia entre estados inconscientes não conseguindo estar atento ao que se passa ao seu redor. Está tudo rodeado de Brumas. Brumas essas por vezes perigosas que nos apanham desprevenidos e sem armas. Outras vezes as Brumas transportam-nos para um mundo melhor, um mundo de ilusões e fantasias. Quando se fica preso tempo demais nestas brumas da mente é difícil escapar, mas uma coisa é verdade, com tanto coisa que se passa o melhor é ficar nesse estado.
Pode-se viver muito tempo nas brumas mas também não devemos passar uma eternidade pois nunca é bom fugir à realidade e quando se volta pode ser um grande choque.

sexta-feira, 6 de outubro de 2006

Não é fácil


É fácil viver a vida de olhos fechados.
Não custa viver a vida sem pensarmos no que está mal ms custa imenso sentir uma solidão avassaladora quando não podemos fazer nada por aqueles que mais gostamos. Ou sentir a indeferença daqules que outrora rimos e chorámos. Daqules que nos chamaram por amigoa mas que agora são desconhecidos. Daqules que não sentem a nossa alegia e a nossa tristeza mas apenas a deles. Não é fácil quando o sono desperta e a realidade aperta.
Àqueles que sei que sempre estiveram, que estão e que sempre estarão comigo mesmo não estando sempre presentas eu lhes dou toda a minha gratidão e todo o meu amor.
Obrigado por tudo